Agentes
Cinco assistentes, e nenhum deles publica
Um agente que publica marketing odontológico sozinho não é um assistente: é um gerador de infração em nome da clínica, porque quem responde no conselho é o dentista inscrito e não o fornecedor de software. Aqui os agentes escrevem rascunho. Publicar continua sendo um ato de uma pessoa — e não existe modo automático, nem desligado.
Escrever depende de um modelo, e o modelo depende de um servidor que ainda não temos. As telas, o portão e a revisão já funcionam. O que falta está dito abaixo, com nome.
Os cinco, e o trabalho de cada um
Não são cinco caixas de conversa com nomes diferentes. Cada um produz uma coisa específica, e o quinto existe para tornar os outros quatro utilizáveis numa clínica.
Parceiro
Responde perguntas sobre o dia a dia da clínica e sugere o que fazer em seguida. Produz uma conversa e um resumo que dá para guardar. Não escreve nada que um paciente leia.
Blog
Escreve artigos sobre os tratamentos que a clínica faz, para quem procura no Google. Produz um rascunho com título e texto — sempre para revisão.
Captação
Prepara a mensagem de retorno para quem pediu contato pelo site e ainda não foi respondido. Um rascunho por paciente, que só sai depois de você ler.
Avaliações
Acompanha o que dizem da clínica e prepara a resposta às avaliações públicas. Um rascunho por avaliação.
Conformidade
Lê tudo que a clínica publica com a régua do código de publicidade odontológica e devolve uma lista do que precisa mudar, com o motivo de cada item. É ele que torna os outros quatro utilizáveis.
Três regras, e nenhuma delas é configurável
Não são padrões seguros que alguém possa mudar depois numa tela de ajustes. São a forma do contrato: o campo que permitiria o contrário não existe.
Todo rascunho nasce marcado como escrito por agente
Não é um campo opcional que alguém esquece de preencher, nem um booleano que fica em falso. É um valor único no tipo: não há caminho para construir um rascunho sem a marca. E ela aparece ACIMA do texto, porque quem lê precisa saber o que está lendo antes de ler.
- A marca viaja com o rascunho, não com a tela que o mostra.
- A autoria não é atribuída a uma pessoa por padrão — texto de máquina não recebe assinatura humana automática.
- Quem aprovou e o que mudou ficam registrados junto.
A mesma régua do texto que você escreve — literalmente a mesma
O texto do agente passa pela mesma função que confere o texto que a clínica escreve à mão. Não é uma cópia da regra adaptada para o agente: é o mesmo código, no mesmo lugar, e por isso não existe a possibilidade de as duas divergirem com o tempo. Um agente com isenção da régua seria a forma mais rápida de publicar uma infração com aparência de processo.
As duas formas de pôr um agente numa clínica
A diferença não aparece no dia em que o agente acerta. Aparece no dia em que ele erra — e é esse dia que decide de quem é a multa.
| — | Publicar sozinho | Rascunho, e depois uma pessoa |
|---|---|---|
| Quem assina o texto | A clínica, sem ter lido. | A clínica, tendo lido — e o registro guarda quem leu. |
| Quando a régua reprova | Já publicou. A correção é depois do público ver. | Não chega a aprovar: o botão fica desabilitado até o item ser corrigido. |
| Se você quiser ligar o automático | É uma chave nas configurações. | Não tem chave. O campo não existe no contrato. |
| Quanto trabalho isso poupa | Todo. Inclusive o de ler. | O da página em branco, que é a parte cara. Ler dois parágrafos não é. |
O que ainda não acontece, dito antes de você perguntar
Os agentes ainda não escrevem. Falta o servidor onde o modelo roda, e ele depende da liberação de uma cota de infraestrutura que pedimos e ainda não saiu. O que já existe e já funciona é a metade que decide se isso é seguro numa clínica: as telas, o rótulo de autoria, o portão de publicidade, a fila de revisão e o registro da decisão. É deliberado que essa metade tenha vindo primeiro — um modelo bom atrás de um fluxo sem revisão continua sendo um risco para quem tem o registro no conselho, e a ordem inversa é a que o mercado costuma entregar.
Sobre os agentes
Dá para ligar o modo automático depois?
Não. Não é uma opção desligada por padrão: é a ausência do campo. Ligar exigiria mudar o contrato entre as partes do produto, o que é uma decisão de arquitetura e não uma preferência de conta.
O agente pode publicar se eu autorizar por escrito?
Não pelo produto. A responsabilidade pela publicidade é do responsável técnico inscrito no conselho, e uma autorização prévia não transfere isso para o software. Se um dia isso mudar, muda com parecer jurídico e com esta linha reescrita.
Quem é o autor do artigo no meu site?
A clínica publica sob a responsabilidade do responsável técnico, e o rascunho carrega o registro de que foi escrito por agente e revisado por uma pessoa. Não atribuímos texto de máquina ao nome de alguém que não escreveu.
E se eu quiser reescrever tudo?
É o caso comum e o produto assume isso: o campo de revisão pede o que você mudou ou por que recusou. Recusar é um desfecho normal, registrado, e não uma falha do fluxo.
A pergunta certa é o que acontece no dia em que ele erra
Na demonstração a gente abre um rascunho reprovado de propósito e mostra o que a tela faz.